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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Canto do Mar.


O silêncio era invasor,
apenas escutava-se as ondas,
a melodia constante beijando a areia.
Caminhava, sonhava, sentia...
como sentia!
Intesamente nem cabia no peito.
Pequenas conchas fazia caminho,
pegou algumas entre as mãos,
pequenas demais para se escutar todo o mar,
que para surpresa grandiosa
ao colocar o ouvido nas pequeninas
o mar escutava, ouvia, cantava.
Guardou-as, levou-as para quando estivesse longe,
para quando seu coração se sentir tão pequeno
à ponto de não mais enxergar mar.
Quando o momento acontecer,
ela pegaria as pequenas conchas,
colocaria no ouvido,
e embora tão miudinhas
escutaria nelas todo o mar
e seus longos mistérios.
Estaria no mar,
faria de si conchinha miúda de mar,
pequena ao ver,
grande ao escutar.

6 comentários:

@ Escritora disse...

Como é lindo o canto do mar...
Belo demais seu poema!

Saudações

Fred Caju disse...

É o que chamo de um amplitude compacta: http://fredcaju.blogspot.com/2010/11/amplitude-compacta.html

Alê disse...

com o mar por perto, o barulho do vento é o suficiente,


obrigada pela visita, volte sempre ai www.deixaaser.blogspot.com


bjka

Anna Lima disse...

oioi , obrigada por ler meu post (:
significa muito p/ mim :D
bjo

Bengts fotoblogg disse...

Lovely photo, great post.

Alexandre Pitta Guedes disse...

Final incrível :')