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domingo, 10 de outubro de 2010


Te vejo céu apagar

Entre as cores de um novo momento

Só consigo silenciar

Todo esse lado aqui de dentro.

Parece estranho perceber

Quando o vento

De estranho amanhecer

Toca nesse tempo.

Te vejo céu abrir

Nessa estranheza de algodão

Que lindas de sentir

Me abre o coração.

De tanto céu ficar

De tanto céu cair

De tanto céu dissipar

De tanto céu me sorrir.

15 comentários:

AC disse...

Poema sereno, belo, tranquilo...
Um deleite!

Beijo :)

Rute Vieira disse...

e depois um belo sorriso do céu.

belíssimo! como o céu merece ser homenageado...

beijo no ombro, Gaby.

Ju Fuzetto disse...

Daqui o céu parece cantar...

Lindo!!

beijos

Denise Portes disse...

Gaby querida,
Você é uma delicadeza e esse sentimento é a sua marca em suas palavras.
Eu também estava com saudades de você.
Um beijo
Denise

Talles Azigon disse...

ah meu anjo e você que bom que você gostou da minha nova casa tentei deixa-la mais intimista e você sempre com suas belas e maravilhosas poesias ^^

Luan Iglesias disse...

Palavras doces e não menos intensas que me silenciam diante dos meus sonhos, minhas dores e meus amores.

Bom te descobrir por aqui.

Eu, ΞĐU disse...

Oi, Gaby...
Muuito bom o seu blog, suas idéias e seu bom gosto. Parabéns pelo trabalho.
Estou te seguindo.
Beijos no coração,
EDU (http://edurjedu.blogspot.com)

João Lenjob disse...

Uma poesia ao pé da letra. Parabéns pela preciosidade!!
Tem cinco poemas novos em meu blog http://lenjob.blogspot.com e lhe apresento o Castelo do Poeta, http://castelodopoeta.blogspot.com, um super canal interativo de arte. Me fale o que achou, viu?? Abaixo poema.

João Lenjob

Na Nossa Tela
João Lenjob

Se quiser o céu numa tela
Eu o trago até você
Eu lhe dou pincel, tinta e uma aquarela
E as cores, dá você
Venho com estrelas, cometas e uma lua bela
Mas o sol, traga você.

Dance no céu, pintando como bailarina
Que sou platéia pra você
Seja a pintura mais pura, doce menina
Que sou menino pra você
Dê-me o amor da arte mais divina
E do amor faço você.

Ame menina, na nossa tela
Aquarela, eu e você

Se por acaso alguma cor lhe falta
Eu faço em verso pra você
Viro então um poeta astronauta
E fico no céu pra você
Enquanto pinta a nossa pauta
A poesia é feita pra você.

Você em Pauta disse...

Antes eu tambem via o ceu a se fechar e abrir, constantemente....

Por vezes caia lagrima dele, ele estava a chorar, os homens chamam isso de chuva....

Por vezes, ele sorri, os homens chamam isso de arco iris....

Por vezes, ele vem ate aqui pertinho de mim, senta ao meu lado e toma uma xicara de cafe.... os homens chamam isso de GABY SONCINI

Pâmela Grassi disse...

Guria, estive fora um tempo, mas percorrendo o escrito, cá aqui abre um ceú de encantamento.

beijos

Beatriz Amorim disse...

Muito lindo Gaby (:
E claro, super delicado!

Alice disse...

o céu é você. *-*

Halifas Quaresma disse...

Nossa...meus olhos se enxeram de algo líquido que eu não via a muito tempo. Algo que escorreu e me deixou em paz por alguns minutos. Adorei Gaby...

...e Alice está certa, o céu é você =)

Beijos minha linda.

Ju Fuzetto disse...

Passando pra reler.


Boa semana flor. beijos

João Lenjob disse...

Oi!!! Adorei o poema. Obrigado pela visita e comentario no blog, mas peço que veja o Castelo, http://castelodopoeta.blogspot.com e comente lá da entrevista da Sandra, do video da Bianca e do poema da Ira. Tá muito legal.

João Lenjob

Renascimento
João Lenjob

Num jardim que por meu destino alcancei
Vibrante e com gigantesca beleza
Perdi-me no sereno olhar de uma flor
Que irradiava num sorriso discreto
Suas pétalas doces e macias, suavez
O foco finitou-se em tão belo ser
O mundo diminuia na maior das belezas
Meu olho nada mais via, queria, sonhava
Meu peito sentia um incômodo acelerar
Na insensata intensidade de meu seintir
A minha vida deu ar de renascimento.